Mas este assunto vem a propósito do “diz-me com quem andas e dir-te-ei quem és.”. Ultimamente, tenho reparado que este ditado devia acompanhar o BI de alguns homens mas de muitas mais mulheres. Já nem falo da educação, influências culturais, vivências comuns. Falo mesmo é do mesmo corte de cabelo, adereços até mais não, calça de ganga com o mesmo corte, “aquelas” cores e… a palavra FAKE em muito do que dizem, são ou parecem.
Este embelezamento exterior e obsessão estética (muito a ver com a miopia e pó de arroz de um post mais antigo) nada têm a ver comigo. Muito menos as próprias das protagonistas.
Quando o FAKE ricocheteia a toda a hora dou por mim a pensar: “Mas é óbvio! Agora percebo quando os meus amigos homens, no auge da testosterona assanhada, me diziam Porra pá, é que não tens uma amiga que seja uma brasa, são todas muito normais”.
Ah pois é. Hoje essa “normalidade” traduz-se em brio profissional, empenho no desempenho do papel de mãe, virtude cultural, sentido de humor e LOTS OF BRAINS. Experimentem lá encontrar estas qualidades nas FAKE!!









