Sexta-Feira, 06 de Outubro de 2006
Festival Y#4 arranca hoje, na Covilhã “Presença, apegos e nostalgia” são os sentimentos que se pretendem mostrar através dos objectos. A peça tem 40 minutos de duração e está classificada para maiores de 16 anos. 
“Lar doce Lar” é um teatro de objectos que, hoje, sobe ao palco do Teatro das Beiras, na Covilhã. O espectáculo tem cerca de 40 minutos de duração e “é uma caixinha de música com todas as recordações tremulando cada vez que lhe damos corda”, descreve uma das autoras e também actriz, Jeannine Trévidic. Integrada no Festival Y#4 – que começa hoje e termina a 31 deste mês, organizado pela companhia Quarta Parede –, o espectáculo volta à sala covilhanense, no dia 8 e depois a 12, sempre às 21h30.
Segundo a sinopse escrita pela autora, “fomos à procura do que os objectos contam da nossa presença, do nosso apego, da nossa nostalgia. No fundo, são a prova dessa mesma verdade”, escreve. A performance está classificada para maiores de 16 anos. 
“Lar doce Lar” foi criada por Jeannine Trévidic e Sílvia Ferreira, sendo também as duas responsáveis pela interpretação do espectáculo. Bruno Cintra trata da direcção cénica e luzes, Delfsky da banda sonora, Rosa Fazendeiro é a responsável pelo guarda-roupa, enquanto Rui Cena e Celina Gonçalves encarregam-se da produção.
quarta-feira, outubro 18, 2006
Lar Doce Lar
segunda-feira, outubro 16, 2006
sexta feira 13 (out 2006)
quem disse que era dia de azar!?!?
talvez um dos melhores dias da minha vida
a concretização de um sonho
o inicio de uma nova vida
bloco d2 6ºA!!!!!!!!!!!!!!!
ML
sexta-feira, outubro 13, 2006
Ocorrência!
Entrei no consultório e, depois de olhar para a minha ficha (previamente preenchida pela assistente), pergunta-me ela assim: - Então a Isabel, de que é que se queixa? Fiquei um momento na dúvida entre ficar aborrecida com as “confianças” ou ficar lisonjeada por ela me considerar da idade dela, ou seja, 10 anitos mais nova… Preferi optar pela segunda hipótese e contei-lhe o que se passava: uma fortíssima dor de dentes, que não me tinha deixado dormir. Mandou-me sentar e, assim que me apanhou de boca aberta, toca de martelar em todos os dentes para saber se me doía. Como teve pouca sorte e começou pelo lado errado, eu tive de a interromper a meio e dizer-lhe que a dor era no lado oposto. Olhou então na direcção certa e, depois de fazer um exame rigoroso, proferiu o diagnóstico, preciso, rigoroso e inabalável: “Trata-se aqui de uma ocorrência dentária.” Ah, pois é!!!! Quando se utiliza terminologia específica e a gíria adequada, tudo fica muito mais claro!
Depois de detectado e correctamente identificado o problema, avisou-me de que iria fazer um Raio-X para tentar perceber a origem da referida ocorrência dentária. E assim foi! Fez-se o Raio-X e, mais uma vez, o diagnóstico não tardou, objectivo e conciso: “Os dentes não têm nada. O que a Isabel tem é um episódio gengival.” Estava eu ainda de boca aberta (desta vez, de espanto!), esmagada pela infalibilidade do veredicto, e já ela sacava dos autocolantes cor-de-rosa e do bloco das receitas, onde começou então a medicar: “Vai fazer o Clavamox durante 8 dias, Brufen de 8 em 8 horas, Ben-u-Ron também de 8 em 8 horas, e o Clonix 2 vezes por dia, em SOS. Do Clonix é que não convém realmente passar das 2 vezes/dia, porque é muito forte.” Desmoralizei… Senti-me a pia de despejo dos remédios fora-de-prazo do hospital de Sta. Maria… Para fim de consulta, e porque já estava perfeitamente esclarecida quanto ao mal que me atormentava a boca, perguntei apenas qual era a causa da inflamação na gengiva, ao que a Sra. Doutora respondeu que o próximo passo, caso o abcesso não passasse com a avalanche de remédios que ela me prescreveu, seria a “desvitalização do dente, e até eventualmente a extracção”. Porque é que se vai arrancar um dente são? Isso já não perguntei, não fosse ela responder-me que “uma ocorrência dentária dá geralmente lugar à extracção de dentes sãos, haja ou não um episódio gengival associado”….
E pronto! Depois de pagar a bonita quantia de 37€, que me custaram mais a dar do que me teria custado a efectiva “extracção” do dente, lá me retirei do consultório e fui para casa.
Ficam então aqui os ensinamentos que retirei desta sessão de consultório:
1. Primeiro há a “ocorrência”, ou seja, a classificação do problema. Assim, se for uma dor num dente, a ocorrência é dentária; se for uma dor de barriga, é uma ocorrência gastro-intestinal; e se for falta de tusa, será uma ocorrência urológica.
Parece-me que, até aqui, não há dúvidas…
2. Dentro da ocorrência há então o “episódio”, ou seja, a origem ou causa do mal. Retomando os exemplos anteriores, a ocorrência dentária era devida a um episódio gengival, como a ocorrência gastro-intestinal poderá ser originada por um episódio gástrico, hepático, ou até anal/rectal; e como a ocorrência urológica poderá ser causa por um episódio testicular ou, talvez até, “penal” (de “pene”….)
Parece fácil, não? Então, e as sub-divisões?! Imaginemos que a dor de barriga se deve a gases no intestino. Não há dúvida que se trata de uma ocorrência gastro-intestinal, e que se trata de um incómodo causado por um episódio intestinal. Mas, e a parte dos gases, como é que se define? Eu chamar-lhe-ia um “apontamento”, neste caso “gasoso”. Ficava assim:
“O que o senhor apresenta é uma ocorrência gastro-intestinal, provocada por um episódio também ele intestinal, o qual é causado por um apontamento gasoso.” Eu, pessoalmente, acho que fica bonito, mas enfim, aceitam-se outras sugestões….
Não hão-de os médicos andar 6 anos na faculdade…!!!!
terça-feira, outubro 03, 2006
Há lá nada melhor!
Podem crer. Surreal. Eu ia morrendo, as minhas gargalhas quase me sufocaram! Afinal, não todos os dias que uma simples ida ao WC no trabalho acaba com um jacto de água projectado nas zonas sensíveis seguido de secagem… quis repetir, mas o mulherio já fazia fila para experimentar e achei por bem não privá-las mais desta experiência!
Giro, giro é que não havia nenhum elemento do outro sexo entusiasmado com a coisa. Não fiquei para ver, mas tenho a certeza que foram experimentando durante a tarde, minimizando a probabilidade de se cruzarem com uma colega mais atrevida que lhes perguntasse “Então? Foi bom? Sentiste-te limpo, aliviado, sequinho? Fez-te cócegas, impressão?”
sexta-feira, setembro 29, 2006
6 de Outubro de 2006 às 12.30
a concretização de um sonho com mais de 4 anos. Tudo se passará na Rua Mouzinho da Silveira!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
ML
rumo a sudeste
onde pouco há de igual
onde os rios são perfumados
onde os arrozais são de perder de vista
onde os olhares são hiper-angulares
onde os chapeús acompanham esse angulo
onde os americanos "perderam as botas"
onde a humidade nos cola à roupa
onde as paisagens cortam a respiração
onde o chá rega todas as horas do dia
onde os relógios pouco importam
onde a única coisa conhecida é parte do eu que vai
onde a Canon será a minha melhor amiga
onde vou sentir a vossa falta
onde sinto que serei feliz
ML
quinta-feira, setembro 21, 2006
...
"Gotta find me an angel
To fly away with me
Gotta find me an angel
Who set me free
My heart is without a home
I don't want to be alone
Gotta find me an angel
In my life
Too long have I loved
So unattached within
So much that I learn
That I need somebody so
Still I'll just go on
Hoping that I'll find someone
Gotta find me an angel in my life
I know there must be someone, someone for me
I've lived too long without the love of someone
And there's no misery, like the misery I feel in me
Gotta find me an angel in my life
She'll be there, now don't you worry
Keep looking now just keep looking"
simply red
ML
segunda-feira, setembro 11, 2006
Life is so simple!
"faça o que quiser
viva o que vier
seja onde estiver
faça o que puder
viva como der
sinta o que vier
seja o que quiser
faça o que fizer
pegue o que puder
viva onde estiver
seja como for, amor"
Clã
ML
sexta-feira, setembro 08, 2006
Simply... pouco

Estivemos lá, eu e a guapa. Também vos soube a pouco?
O nosso Mick, com os seus respeitosos quase 50 anos estava em baixo. Digamos que lá em cima também não chegava o melhor sound system. Houve alturas em que Mick fingia estar ao vivo no país irmão... mas a malta não ligou nada! Faltou-nos um "angel" e um "say you love me".
terça-feira, agosto 29, 2006
Poesia
"Gastei uma hora pensando em um verso
que a pena não quer escrever.
No entanto ele está cá dentro
inquieto, vivo.
Ele está cá dentro
e não quer sair.
Mas a poesia deste momento
inunda minha vida inteira."
Carlos Drummond de Andrade
cá vai um bocadinho... hope you enjoy it!!!

Lua de sabão
"sabes o que eu gostava?
ter fôlego suficiente para fazer uma lua de sabão
redonda, frágil mas intocável
cheia, brilhante mas permanente
nostalgica, romântica mas sorridente
distante, rara mas memorável
uma dessas luas que fazem sonhar
dessas luas que nos lembram que estamos vivos
dessas luas que nos trazem à memória
momentos lindos jamais esquecidos
E depois, sabes o que eu queria?
conseguir rebentar todas as outras luas feitas de lágrimas
aquelas que nos magoam e fazem chorar
que nos lembram que não é assim que queremos estar
..sozinhos, tristes e a pensar que queriamos ter alguém para nos abraçar
aqui, agora, já
antes que este luar
(aquele que ainda é lindo e transparente como uma bola de sabão)
desapareça para sempre
ofuscado pelo eclipse daquele outro
que teima em nos fazer chorar..."
ML Setembro de 2004
