Avenida da Liberdade, 262.
Cabeleireiro do Ano, no Hair Fashion Portugal Awards 2008, entre outros títulos internacionais.
Humilde, focado, determinado, frontal e muito, muito seguro.
Claro que tive de perceber quem era a pessoa no artista. E ele deixou.
Também deixei. Disse-lhe só que profissionalmente tenho de manter uma imagem minimamente normal.
Sobre o espaço e o conceito, muitas estrelinhas! É um misto de Lisboa anos 50, com retoques de l´époque Marie Antoinette e sombras Sweeney Todd! Giro ver a multiplicidade de ambientes que se podem criar nos altíssimos pés direitos das grandes avenidas de Lisboa... Recomendo tudo, tudo! Se um dia vos apetecer tratar do ego, este é o sítio ideal porque tem o melhor cabeleireiro, o melhor ambiente, o chá que ajuda a relaxar, consultas de body brain e astrologia, massagens, estética e muita energia boa!
E pensar que o meu dia não podia ter começado pior, depois do surreal e agressivo contacto com um tal de Renato de um recôndito cabeleireiro em Oeiras, o Chill Factory. Este senhor conseguiu perder duas novas clientes porque se enganou na hora de marcação, baralhou-se com o que nós queríamos fazer e não teve a humildade de se desculpar. Ao invés, culpabilizou-nos e não mostrou qualquer flexibilidade nem interesse em remediar o sucedido. A cena acabou comigo a dizer que desistia da marcação porque não havia serenidade e muito menos confiança! É nestas alturas que sabemos bem o que queremos e nós quisemos o Aurélio Ramos!
C.
sexta-feira, janeiro 30, 2009
Le Salon
terça-feira, dezembro 30, 2008
História em 4 episódios
Entre causas, esta enche-me as medidas. É a arte pela arte, independentemente de quem nela e por ela se expressa. Isto tem um valor incalculável.
Hoje fiquei mais feliz porque sei o valor que este meu pequeno gesto teve para mim, marcou-me para sempre.
C.
terça-feira, junho 24, 2008
O Sentindo das Viagens "dela"
D. Guapa tem um hobby fantástico - capta tudo e todos através da objectiva da sua máquina e tem, portanto, muitas histórias para contar. Ela vai a todas. E mais recentemente lançou-se em estilo à 4ª Maratona Fotográfica da EPAL, numa de "bora lá fazer umas fotos sobre a água e a vida e passar bons tempos à procura do que melhor ilustre a relação entre ambas".
Não estava nem aí para ir ao encontro de atribuição de prémios às melhores fotografias. Tinha coisas para fazer, estava a trabalhar e, a meu entender, deviam de haver melhores formas de acabar aquela tarde. Mas não deixaram! Foi quando ouviu "... mas a mónica é uma das premiadas" que, incrédula, não recusou presença no evento.
Das muitas que concorreram, o juri seleccionou 12o para a exposição e, como ela diz, "então não é que ganhei o 1º prémio??!!". Valor do prémio à parte, rica recompensa! Só revela que vale a pena darmos espaço aos nossos interesses, sermos activos na sua persecução e levar tudo na "descontra"! PARABÉNS AMIGA!
Bom, já sem falar na doidice de percorrer alguns 600 km a pé, nos Camigos de Santiago.
Não deixem de ir consultando o VIAJAR com SENTINDO porque os próximos posts prometem.
Chega hoje e deve vir cá com uma pedalada Forest Gump!!!! LOLL!
quarta-feira, outubro 18, 2006
Lar Doce Lar
Sexta-Feira, 06 de Outubro de 2006
Festival Y#4 arranca hoje, na Covilhã “Presença, apegos e nostalgia” são os sentimentos que se pretendem mostrar através dos objectos. A peça tem 40 minutos de duração e está classificada para maiores de 16 anos. 
“Lar doce Lar” é um teatro de objectos que, hoje, sobe ao palco do Teatro das Beiras, na Covilhã. O espectáculo tem cerca de 40 minutos de duração e “é uma caixinha de música com todas as recordações tremulando cada vez que lhe damos corda”, descreve uma das autoras e também actriz, Jeannine Trévidic. Integrada no Festival Y#4 – que começa hoje e termina a 31 deste mês, organizado pela companhia Quarta Parede –, o espectáculo volta à sala covilhanense, no dia 8 e depois a 12, sempre às 21h30.
Segundo a sinopse escrita pela autora, “fomos à procura do que os objectos contam da nossa presença, do nosso apego, da nossa nostalgia. No fundo, são a prova dessa mesma verdade”, escreve. A performance está classificada para maiores de 16 anos. 
“Lar doce Lar” foi criada por Jeannine Trévidic e Sílvia Ferreira, sendo também as duas responsáveis pela interpretação do espectáculo. Bruno Cintra trata da direcção cénica e luzes, Delfsky da banda sonora, Rosa Fazendeiro é a responsável pelo guarda-roupa, enquanto Rui Cena e Celina Gonçalves encarregam-se da produção.
